FIGO Unindo Forças para Alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Relacionados à Saúde

ROMA, 8 de outubro de 2012 /PRNewswire/ -- "FIGO, a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, tem a concepção de que as mulheres do mundo alcançam o padrão mais alto de saúde física, mental e reprodutiva e bem-estar durante as suas vidas. Nossa missão é dedicada a melhorar a saúde e os direitos das mulheres e dos recém-nascidos, assim como avançar a ciência e a prática da obstetrícia e da ginecologia". Estas palavras do Presidente da Figo, Professor Gamal Serour, inauguraram a conferência de imprensa de abertura do Congresso Mundial de Ginecologia e Obstetrícia de 2012 da FIGO, hoje em Roma, na Itália.

"Esperamos que o congresso de 2012 da FIGO seja uma troca científica gratificante em diversos aspectos da saúde da mulher. Temos certeza que também será uma ocasião para melhorar o diálogo aberto entre a FIGO e várias organizações da ONU e ONGs sobre como nós todos podemos contribuir para acelerar o progresso que visa alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio relacionados à saúde, disse o Professor Serour".

Na verdade, a visão e missão da FIGO reflete o papel vital das organizações de profissionais da saúde em somar esforços para alcançar as metas MDG-4 de "Redução da mortalidade infantil" e MDG-5 de "Melhora da saúde materna".   

A mortalidade infantil está caindo, mas muito mais precisa ser feito para alcançar a meta do desenvolvimento: reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade para menores de cinco anos.

Desde 1990, nas regiões em desenvolvimento, a taxa diminuiu 35 por cento, passando de 97 mortes em 1.000 nascimentos para 63. Mas, no total, as crianças das regiões em desenvolvimento, têm duas vezes mais chances de morrer antes de fazerem seu quinto aniversário do que as crianças das famílias do segmento 20 por cento mais rico.

A mortalidade materna diminuiu quase pela metade desde 1990. Mas os níveis estão bem distantes da meta para 2015: reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna e alcançar acesso universal à saúde reprodutiva. As regiões com as taxas de mortalidade materna mais altas, a África Subsaariana e a Ásia do Sul, são também as que possuem a menor cobertura de nascimentos atendidos por profissionais da saúde competentes – menos da metade. A cobertura da saúde materna tem aumentado progressivamente nas regiões em desenvolvimento, passando de 63 por cento em 1990 para 80 por cento em 2010.

"É nossa responsabilidade profissional, como médicos, oferecer assistência de qualidade no ciclo da vida, e é nossa responsabilidade, como líderes de organizações globais, unir forças. Podemos garantir que as mulheres não mais serão vítimas silenciosas e vozes não escutadas de assistências médicas precárias", concluiu o Professor Serour.

FONTE  FIGO2012

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