O BRASIL QUE QUEREMOS debate retomada do desenvolvimento do país

Aug 11, 2015, 12:25 ET from O BRASIL QUE QUEREMOS

SÃO PAULO, 11 de agosto de 2015 /PRNewswire/ -- "Vivemos uma policrise, com 32 partidos políticos, o que mostra fragilidade para se governar", afirmou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin no "O BRASIL QUE QUEREMOS", realizado na noite desta segunda-feira, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e pela Rádio Jovem Pan, o evento reuniu 478 lideranças empresariais e foi palco de um intenso debate sobre a retomada do desenvolvimento político, econômico e social do Brasil.

Segundo Alckmin, o Brasil que queremos é a sociedade conversando consigo própria da forma mais democrática, é aquele que dê oportunidades e renda, que valorize quem trabalha, quem empreende, dentro do contexto de democracia e ética. "O Brasil tem que funcionar: não vamos desistir do Brasil", finalizou o governador, parafraseando Eduardo Campos, que completaria 50 anos na data do evento.

Para Tutinha Carvalho, presidente da Rádio Jovem Pan, "temos consciência da importância da área de Comunicação. Nosso papel social é zelar pela liberdade de expressão e esse é um dos compromissos da Jovem Pan, um dos pilares do Brasil que queremos", concluiu.

Questionada sobre a previsão de alta da inflação, a jornalista Denise Campos de Toledo respondeu que: "infelizmente sou mensageira do apocalipse. Segundo relatório FOCUS, a inflação pode passar dos 12%. O cenário é tarifaço, desemprego, inflação e perda da confiança pelo consumidor e pelo empresário. O governo não demonstrou capacidade política para administrar a crise. Temos que tentar lidar com todos esses problemas e talvez tenhamos uma retomada somente em 2017".

O historiador Marco Antonio Villa salientou que a situação é muito mais complexa do que se imagina. O PT arquitetou um projeto de poder por meio da corrupção. Não há indícios de tantos desmandos na história da humanidade.

Reinaldo Azevedo comentou que há surgimento de uma nova consciência da população que se manifesta nas ruas. "Essa consciência é semelhante à lógica empresarial, de gestão pelo custo-benefício. E o Estado brasileiro do tamanho que é faz mal ao Brasil. Há uma cultura contra o lucro, contra o capital privado, mas nós representamos a sociedade que progride e que produz. A Lava-Jato não pode trazer a demonização do capital privado".

O evento foi realizado com o patrocínio da APEX-BRASIL e GRUPO BOTICÁRIO e apoio da KPMG. São fornecedores oficiais a CDN, ECCAPLAN, F&Q BRASIL, GRUPO GODOY, PRIMO CAFÉ e RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. PR NEWSWIRE, Revista LIDE e TV LIDE são mídia partners.

FONTE O BRASIL QUE QUEREMOS

SOURCE O BRASIL QUE QUEREMOS