Novo Relatório: Grupos ecológicos, Sindicatos e Indústria Parecem estar a Conspirar para Introduzir Proteccionismo Ecológico

06 ago, 2010, 20:39 BST De Institute of Public Affairs

MELBOURNE, Austrália, August 6, 2010 /PRNewswire/ --

- Impacto terá aumento nos preços dos consumidores e prejudicar os produtores nos países em desenvolvimento.

"Os esforços feitos por sindicatos com interesses pessoais, pela indústria e pelos grupos ecológicos para introduzir novas restrições ao comércio de papel higiénico irão aumentar o custo de vida dos Australianos de classe média," disse hoje Tim Wilson, Director da Unidade de Propriedade Intelectual e Comércio Livre no Institute of Public Affairs.

    
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O comentário de Tim Wilson vem na sequência da edição de um novo jornal, Green Excuses: Collusion to Promote Protectionism? ( http://sustainabledev.org/wp-content/uploads/2010/08/100805-REPORT-Green-excuses-Collusion-to-promote-protectionism.pdf ), que avalia as mensagens cada vez mais consistentes e numerosas da indústria, sindicatos e grupos ecológicos para utilizar motivos ambientais na defesa de uma reintrodução do proteccionismo na Austrália.

"Os grupos ecológicos, a indústria e os sindicatos no estrangeiro parecem conspiram para o proteccionismo verde, que irá aumentar o custo de vida. Parece que agora está a acontecer na Austrália," disse Wilson.

"Os grupos ecológicos querem menos silvicultura no mundo desenvolvido. A indústria quer o proteccionismo ecológico para diminuir o volume das importações a preços competitivos. Os sindicatos querem o proteccionismo verde para parar as importações e garantir que mantêm os trabalhadores em postos de trabalho bem pagos. Mas tudo terá um custo nos consumidores."

    
    Os exemplos incluem:
    -- A campanha Wake Up Woolworths!, financiada inicialmente pelo CFMEU 
       para impedir a Woolworth de importar polpa e papel da Ásia para os 
       seus produtos seleccionados de lenços de papel.
    -- Acções legais, instauradas pelos fabricantes de lenços de papel, para
       introduzir restrições comerciais sobre as importações.
    -- A doação de 28 mil dólares, pela CFMEU, à South Australian Division of
       the Australian Labor Party na mesma altura que o Partido anunciou que 
       se iria comprometer em banir certas importações de madeira.

"O impacto do proteccionismo é sempre o mesmo - interesses pessoais do sector obtêm grandes lucros à custa dos consumidores porque há menos pressão competitiva."

"Ao longo dos últimos trinta anos, a Austrália tem vindo a derrubar as suas muralhas proteccionistas. Os sindicatos, a indústria e os grupos ecológicos tentam agora utilizar argumentos ecologistas para erguer de novo essas muralhas."

"As diligências para forçar o proteccionismo são uma lembrança de que a indústria nem sempre gosta de empreendorismo livre," disse Wilson.

A revista Green Excuses: Collusion to Promote Protectionism? (http://sustainabledev.org/wp-content/uploads/2010/08/100805-REPORT-Green-excuses-Collusion-to-promote-protectionism.pdf ) pode ser acedida em http://www.sustainabledev.org & http://www.ipa.org.au

Os vídeos que discutem as conclusões do relatório podem ser encontrados em http://www.sustainabledev.org

FONTE Institute of Public Affairs