The Brattle Group Recomenda Linhas de Orientação Reguladoras e Incentivos para que os Fornecedores de Energia

07 maio, 2008, 21:39 BST De The Brattle Group

BRUXELAS, Bélgica, May 7 /PRNewswire/ --

The Brattle Group apresentou linhas de orientação para a regulação económica sólida dos fornecedores de energia e recomendou incentivos aos fornecedores para ajudar dinamizar a eficiência da energia e economia de custos em toda a indústria. Esta questão recebeu uma maior atenção ao longo do ano passado, especialmente depois da última conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que teve lugar em Bali, em Dezembro passado.

O texto posto à discussão pela Brattle, da autoria do seu assessor sénior David Robinson, aprofunda as razões por que a eficiência da energia ainda não cumpriu a sua promessa, sobretudo entre os clientes mais pequenos e oferece linhas de orientação para ajudar a garantir o êxito futuro. Segundo Robinson, o problema principal é que a maior parte dos fornecedores de gás e electricidade nos mercados retalhistas tanto regulados como desregulados, tem o claro incentivo do lucro para promover o aumento de consumo de energia, por oposição a ter um incentivo para promover a eficiência energética.

Porém, com os incentivos certos, as empresas de fornecimento de energia seriam capazes e estariam dispostas a promover o uso eficiente e a conservação da energia. O desafio, refere Robinson, é criar um enquadramento regulador que introduza esses incentivos.

O texto recomenda vários incentivos para a indústria, quer num mercado regulado, quer num competitivo e explica que as políticas devem variar dependendo do mercado. As linhas de orientação incluem a importância de reflectir com precisão os preços subjacentes de toda a energia, garantindo que os benefícios ambientais estejam explicitamente incluídos em quaisquer análises e proporcionando incentivos para manter custos económicos tão baixos quanto possível.

<< Novos desafios ambientais são uma oportunidade comercial para empresas de abastecimento de energia que apostam no futuro em mercados retalhistas liberalizados e, se as empresas forem capazes de entender a que os clientes dão valor e depois estabelecerem os preços e promoverem a energia de acordo com isso, podem, provavelmente, descobrir que é compensador promover a eficiência energética >>, diz Robinson.

O texto à discussão, << Energy Efficiency: The Belle of the Ball in Bali >> (Eficiência Energética: a Rainha do Baile em Bali), pode ser lido em http://www.brattle.com.

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FONTE The Brattle Group