TECNO e Angélica Dass lançam "100 Portraits of Becoming", um arquivo vivo sobre possibilidades humanas
Criado pela TECNO e por Angélica Dass, "100 Portraits of Becoming" apresentará 100 formas de enxergar a humanidade, um retrato por vez.
NAIRÓBI, Quênia, 9 de julho de 2026 /PRNewswire/ -- À medida que a IA passa a influenciar cada vez mais a forma como as pessoas são vistas e representadas, surge uma questão urgente: como garantir que a tecnologia reflita a humanidade em toda a sua complexidade?
A TECNO acredita que a resposta parte de um princípio simples: a tecnologia deve ajudar o mundo a enxergar as pessoas de forma mais fiel. Com essa convicção, a TECNO e a artista visual brasileira Angélica Dass lançam "100 Portraits of Becoming", iniciativa de dois anos que abrangerá cinco países e começa hoje em Nairóbi, no Quênia.
Criada em conjunto com Angélica Dass, a iniciativa "100 Portraits of Becoming" pretende registrar 100 retratos autênticos de pessoas em todo o mundo e documentar suas jornadas únicas de transformação. Esses retratos, que reúnem pessoas de diferentes origens e contextos, funcionam como um registro do mosaico humano e buscam estimular uma conversa cultural global sobre representação autêntica, identidade, dignidade e transformação humana na era da IA.
Essa colaboração se baseia no compromisso múcomum com o reconhecimento da diversidade real da vida humana, ao reunir as tecnologias inclusivas de imagem da TECNO, voltadas a representar pessoas de forma mais justa, e a abordagem humanizada de Dass para o retrato.
"Toda imagem molda percepções — sobre o que importa, quem importa e como as pessoas são compreendidas. Isso torna a representação justa e precisa cada vez mais importante na era da IA. Mas, para além da representação, há uma questão maior: quem é a pessoa real por trás da imagem?", disse Jack Guo, diretor-geral da TECNO. "Com este projeto, queremos ir além da representação entendida apenas como precisão técnica e tratá-la como reconhecimento — permitindo que a tecnologia não apenas retrate as pessoas com fidelidade, mas também ajude cada uma delas a se sentir verdadeiramente vista. Ao superar vieses, rótulos e estereótipos, esperamos construir um futuro em que a tecnologia reflita as pessoas de forma mais autêntica e permita ao mundo compreendê-las de maneira mais plena. A representação fiel é a base para uma compreensão humana genuína."
"Como fotógrafa, percebo que posso ser um canal para que outras pessoas se expressem. A iniciativa "100 Portraits of Becoming", em parceria com a TECNO, cria esse canal para que as pessoas falem por si mesmas e sejam vistas em seus próprios termos. É por isso que essa colaboração com a TECNO fez tanto sentido para mim", disse Angélica Dass.
"Meu trabalho com retratos sempre teve menos a ver com documentar a aparência e mais com criar espaço para que as pessoas existam para além das suposições. O que me tocou nessa colaboração foi a visão compartilhada e a possibilidade de levar essa intenção a um meio utilizado diariamente por milhões de pessoas. Estou entusiasmada com o fato de que esta iniciativa não busca definir pessoas — busca permitir que a identidade permaneça aberta, multifacetada e humana. Porque ser visível não é o mesmo que ser compreendido. O verdadeiro reconhecimento começa quando somos vistos como realmente somos."
Angélica Dass: enxergar a humanidade para além dos tons de pele
A colaboração com Angélica Dass é uma extensão natural da visão da TECNO e da exploração de Dass sobre como tecnologia, cultura e histórias pessoais se unem para criar formas fiéis de representação humana.
Premiada artista visual brasileiro-espanhola, mais conhecida por Humanæ — uma série global de retratos que desafia ideias convencionais sobre identidade racial —, Angélica Dass reconheceu, antes de muitos, que os tons de pele são mais do que cores: são reflexos de culturas singulares e identidades individuais. Seu trabalho enfatiza que toda pessoa merece ser vista como um indivíduo, e não como uma categoria.
Em seu trabalho, Dass usa o retrato para deixar aflorar a individualidade dos retratados, tratando o tom de pele não como rótulo, mas como ponto de partida para narrativas pessoais. Seu impacto vai muito além das galerias tradicionais. Sua palestra no TED de 2016 sobre pele e identidade já alcançou mais de dois milhões de espectadores, e seu trabalho foi apresentado em importantes plataformas e instituições, como o Fórum Econômico Mundial, a UNESCO, o Museu Americano de História Natural, o Migration Museum, em Londres, e o Museu de Belas Artes de Montreal, além de aparecer em publicações como National Geographic, Vogue e Foreign Affairs.
"Uma coisa que valorizo na iniciativa '100 Portraits of Becoming' é nossa crença comum de que o retrato não se resume a registrar visualmente a aparência. É uma forma de questionar pressupostos, contestar rótulos e criar espaço para que as pessoas sejam vistas e compreendidas para além dos estereótipos."
De 100 retratos a 100 formas de enxergar a humanidade em cinco países
Em "100 Portraits of Becoming", Dass fotografará 100 pessoas em cinco países, começando pelo Quênia. Os participantes, inscritos por meio de um site global dedicado à iniciativa, são fotografados sobluz natural, sem filtros e com roupas de sua própria escolha, para garantir o máximo de autenticidade.
Além de posar diante da câmera, cada participante compartilhará histórias pessoais de crescimento e transformação, mostrando como atravessou mudanças culturais e sociais para se tornar quem é hoje.
Esses retratos e narrativas serão apresentados no site do projeto, formando um "Arquivo Vivo". Esse repositório digital servirá como um espaço em que pessoas de diferentes trajetórias poderão ser vistas, ouvidas e compreendidas como parte de uma história humana mais ampla. O arquivo busca manter vivo o debate cultural sobre dignidade e identidade, em um momento em que a IA redefine as formas de representação.
TECNO Universal Tone: ampliando o que a tecnologia é capaz de enxergar
"100 Portraits of Becoming" será registrado com o TECNO CAMON 50 Ultra, equipado com a tecnologia TECNO Universal Tone, que serve de base tecnológica ao compromisso do projeto com uma representação fiel.
Historicamente, modelos predominantes de IA e algoritmos de imagem foram muitas vezes treinados com bases de dados alinhadas a padrões estéticos restritos, o que limita sua capacidade de refletir toda a diversidade humana. Como resultado, pessoas com tons de pele não claros foram frequentemente representadas de forma inadequada na fotografia móvel — com brilho excessivo, subexpostas ou resultados que não refletem sua aparência real.
Lançada em 2023, a TECNO Universal Tone é a mais avançada tecnologia de imagem de tons de pele em espectro completo com IA do setor. Ela integra a cartela de cores multítons de pele da TECNO, referência no setor, que reúne 372 tons de pele e segue em expansão, além da maior e mais precisa base de dados de tons de pele do setor.
Ao permitir uma captura mais precisa de todo o espectro de tons de pele humanos, a Universal Tone faz com que os retratos desta iniciativa tenham como ponto de partida a justiça e a autenticidade. Ela ajuda a garantir que cada pessoa retratada não seja ajustada a um padrão restrito, mas representada com a dignidade, as nuances e a fidelidade que o projeto exige.
De Nairóbi para o mundo: cem formas de enxergar a humanidade
"100 Portraits of Becoming" começa no Quênia por um motivo. Lar de uma das populações mais jovens do mundo e frequentemente descrito como a "Savana do Silício", o Quênia representa um futuro que já está sendo moldado pela nova geração — não em outro lugar, mas ali. Do pioneirismo na inclusão financeira móvel ao avanço da inovação local em diferentes setores, o Quênia há muito desafia pressupostos sobre onde o progresso começa. Ainda assim, a representação muitas vezes fica atrás da realidade, abrindo espaço para pressupostos. Na mídia global e, cada vez mais, nas imagens geradas por IA, lugares como o Quênia ainda são frequentemente retratados a partir de narrativas herdadas, e não de sua complexidade vivida.
No Quênia, o projeto parte de uma outra premissa: as pessoas não devem ser definidas pelas histórias contadas sobre elas, mas pelas histórias que escolhem contar sobre si mesmas. Os primeiros retratos refletem esse espírito, ao reunir empreendedores, agricultores, dançarinos, artistas e criadores do cotidiano cujas vidas não podem ser reduzidas a uma única narrativa. Eles não estão correndo atrás do futuro. Estão ajudando a defini-lo.
"As pessoas sempre têm pressa em dizer quem você é e quonde você se encaixa", disse Alexander Odhiambo, participante queniano de "100 Portraits of Becoming" e cofundador da Solutech Limited, empresa de software corporativo que atende fabricantes e distribuidores em toda a África. "Eu parei de esperar por isso. A história que importa é aquela que eu mesmo estou escrevendo."
O que começa em Nairóbi não termina aqui. Nos próximos dois anos, "100 Portraits of Becoming" passará pelas Filipinas, Arábia Saudita, Turquia e Brasil, construindo um arquivo vivo de pessoas, identidades e dos momentos que as definem. Os primeiros retratos e relatos entram no ar no início de agosto, marcando o início do lançamento completo da campanha.
O futuro da imagem não se resume a enxergar mais. É sobre compreender mais. Com uma tecnologia, cinco países e cem retratos, "100 Portraits of Becoming" propõe cem formas de enxergar a humanidade, uma história por vez.
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FONTE TECNO MOBILE LIMITED
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