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Henley & Partners: uma crescente divisão de passaportes remodela a mobilidade global em 2026
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Henley & Partners

13 jan, 2026, 08:00 GMT

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LONDRES, 13 de janeiro de 2026 /PRNewswire/ -- Marcando duas décadas desde sua criação, o Índice de Passaportes Henley 2026 revela uma divisão cada vez maior entre as populações mais e menos móveis do mundo. Com base em dados exclusivos da Timatic, da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o índice classifica todos os passaportes globais pelo número de destinos que seus portadores podem acessar sem visto prévio. Enquanto um número recorde de passaportes agora se concentra no topo do ranking, aqueles na base permanecem cada vez mais isolados, evidenciando uma crescente lacuna na mobilidade global.

Singapura mantém sua posição como o passaporte mais poderoso do mundo, oferecendo acesso sem visto a 192 destinos. No extremo oposto, o Afeganistão ocupa novamente a última posição, com acesso a apenas 24 destinos. A diferença resultante de 168 destinos ilustra a dimensão da desigualdade de mobilidade global em 2026 – uma ampliação dramática desde 2006, quando a diferença entre o então passaporte líder dos EUA e o do Afeganistão era de apenas 118 destinos.

"Ao longo dos últimos 20 anos, a mobilidade global se expandiu significativamente, mas os benefícios foram distribuídos de forma desigual", afirma Dr. Christian H. Kaelin, presidente da Henley & Partners. "Hoje, o privilégio do passaporte desempenha um papel decisivo na definição de oportunidades, segurança e participação econômica."

Esse desequilíbrio se intensifica mesmo com a demanda por viagens internacionais continuando a crescer. A IATA prevê que as companhias aéreas transportarão mais de 5,2 bilhões de passageiros globalmente este ano.

"Um número recorde de pessoas deve viajar em 2026", diz o diretor geral da IATA, Willie Walsh. "Mas, à medida que muitos governos buscam endurecer suas fronteiras, avanços tecnológicos como identidade digital e passaportes digitais não devem ser ignorados pelos formuladores de políticas. Viagens convenientes e fronteiras seguras são possíveis."

Reino Unido registra as maiores perdas ano a ano, EUA retornam ao Top 10

Japão e Coreia do Sul ocupam conjuntamente o 2o lugar em 2026, cada um oferecendo acesso sem visto a 188 destinos. Dinamarca, Luxemburgo, Espanha, Suécia e Suíça vêm em seguida na 3a posição, com acesso a 186 destinos, à frente de um grupo inédito de 10 países europeus empatados em 4o lugar.

A Europa continua a dominar os níveis superiores, com exceções notáveis como Emirados Árabes Unidos (5o), Nova Zelândia (6o), Austrália (7o), Canadá (8o) e Malásia (9o).

Os EUA retornaram ao Top 10 após terem saído brevemente no fim de 2025, mas essa recuperação mascara um declínio de longo prazo tanto dos EUA quanto do Reino Unido, que juntos ocuparam o 1o lugar em 2014. No último ano, ambos os países registraram suas maiores perdas anuais em acesso sem visto, perdendo sete e oito destinos, respectivamente. Ao longo das últimas duas décadas, os EUA caíram seis posições, para o 10o lugar, enquanto o Reino Unido recuou quatro posições, para o 7o.

"O poder do passaporte reflete, em última instância, a estabilidade política, a credibilidade diplomática e a capacidade de moldar regras internacionais", afirma Misha Glenny, jornalista premiado e reitor do Instituto de Ciências Humanas, em Viena. "À medida que as relações transatlânticas se deterioram e a política interna se torna mais volátil, a erosão dos direitos de mobilidade para países como EUA e Reino Unido é menos uma anomalia técnica e mais um sinal de uma recalibração geopolítica mais profunda."

Maiores avanços e quedas ao longo das décadas

Os Emirados Árabes Unidos se destacam como o país com melhor desempenho no Índice de Passaportes Henley nos últimos 20 anos, adicionando 149 destinos com isenção de visto desde 2006 e subindo 57 posições, até o 5º lugar no ranking, impulsionados por um engajamento diplomático contínuo e pela liberalização de vistos.

Países dos Bálcãs Ocidentais e da Europa Oriental também apresentaram ganhos significativos, liderados por Albânia (+36, para 43o), Ucrânia (+34, para 30o), Sérvia (+30, para 34o) e Macedônia do Norte (+27, para 38o).

A Bolívia é o único país do índice que registrou um declínio geral no acesso sem visto nos últimos 20 anos, caindo 32 posições para ocupar o 61o lugar em 2026.

Considerando apenas a última década, Kosovo apresentou a maior alta, subindo 38 posições, enquanto a China avançou 28 posições, colocando ambos empatados no 59o lugar do índice, com acesso sem visto a 81 destinos.

Fronteiras abertas, portas fechadas

Enquanto os portadores de passaporte dos EUA desfrutam de acesso sem visto a 179 destinos, os Estados Unidos permitem a entrada sem visto prévio de apenas 46 nacionalidades, ocupando o 78o lugar global no Índice de Abertura Henley — uma das maiores disparidades do mundo entre mobilidade de saída e acesso de entrada.

A China, em contraste, agora permite a entrada sem visto para 77 nacionalidades e ocupa o 62o lugar, após a inclusão de mais de 40 países nos últimos dois anos.

"Há uma mudança visível em andamento no equilíbrio global de poder, marcada pela renovada abertura da China e pelo recuo dos EUA em direção ao nacionalismo", afirma Dr. Tim Klatte, sócio da Grant Thornton China. "À medida que os países competem cada vez mais por influência por meio da mobilidade, a abertura está se tornando um componente essencial do poder brando."

Uma análise encomendada para o Relatório Global de Mobilidade Henley 2026 alerta que uma proposta do fim de 2025 da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA pode, na prática, encerrar as viagens sem visto no âmbito do Programa de Isenção de Visto. Cidadãos de 42 nações aliadas podem ser obrigados a enviar extensos dados pessoais, biométricos e digitais, com implementação possível já em fevereiro.

"Esse nível de coleta de dados permite triagem ideológica em tempo real e cria o risco de que informações pessoais possam ser compartilhadas, reutilizadas ou instrumentalizadas", alerta Greg Lindsay, pesquisador sênior não residente do Atlantic Council.

Essas propostas seguem a mais ampla expansão simultânea de proibições de viagem dos EUA na história moderna. Desde 1º de janeiro de 2026, restrições totais ou parciais de entrada passaram a se aplicar a 39 países.

O planejamento de mobilidade se acelera à medida que a gestão de riscos se torna prioridade

A demanda por direitos adicionais de residência e cidadania continua a crescer. Em 2025, a Henley & Partners recebeu solicitações de 100 nacionalidades, com um aumento geral de 28% em relação ao ano anterior. Os EUA são agora o maior mercado de clientes da empresa.

"Os americanos continuam sua corrida por alternativas de residência e cidadania em meio à persistente turbulência política", afirma o Prof. Peter J. Spiro, professor da Faculdade de Direito da Universidade Temple. "O que antes era visto como uma contingência extrema tornou-se uma forma convencional de gestão de riscos."

Leia o comunicado de imprensa completo

FONTE Henley & Partners

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