Eduardo Cunha avalia crise econômica em Almoço-Debate LIDE

Jul 27, 2015, 18:48 ET from ALMOÇO-DEBATE LIDE

SÃO PAULO, 27 de julho de 2015 /PRNewswire/ -- "Não costumo enfiar minha cabeça num buraco e a história não reserva lugar para covardes", declarou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao reiterar que não foge de seus compromissos ao comparecer no Almoço-Debate promovidopelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. Liderado pelo empresário João Doria, o evento aconteceu no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, e contou com a presença de 502 empresários.

Eduardo Cunha afirmou que a sociedade cobra do governo o discurso de campanha e a resposta está aí: a popularidade da presidente Dilma é extremamente baixa. "Se a sociedade escolheu mal, tem que aprender a escolher direito". Pesquisa recente mostra que Dilma Rousseff bateu o recorde de impopularidade ao registrar 7,7% de aprovação.

Segundo Cunha, o Brasil vive a ameaça de perder mais o grau de investimentos e se isso acontecer será um desastre. "Onde está a luz no fim do túnel? Não sabemos nem onde ele termina. Com uma reforma pífia, a frustração na arrecadação e o desemprego crescendo, as despesas vão aumentar. Esse cenário é um estímulo aos empresários para demitirem".

Sobre o papel da Câmara no projeto de recuperação do País, Cunha esclarece que "temos propostas para criar condições para o Brasil melhorar. Poderíamos, por exemplo, reduzir o número de ministérios para 20. A reeleição é um mal e o parlamento atual é muito mais produtivo que antes. Estamos votando mais e principalmente as pautas que a sociedade quer", comemorou.

Quanto à denúncia de envolvimento na operação Lava Jato, Cunha informou que as questões seriam respondidas somente pelo seu advogado, Antônio Fernando de Souza, ex-procurador-geral da República. "Ele disse que eu falo muito", explicou quando questionado sobre o tema.

Sobre a pressão da bancada do PT na Câmara que pede a saída de Cunha do cargo, o parlamentar argumentou: "O PT é o meu adversário e todos sabem. O PT pedindo a minha destruição só me dá alegria, porque se pedisse a minha permanência, talvez eu tivesse errado".

Ao final do debate, ROBERTO GIANNETTI DA FONSECA, do LIDE INFRAESTRUTURA, e PAULO RABELLO DE CASTRO, do LIDE ECONOMIA, apresentaram o Pacto Brasil, documento com ações imediatas para recuperar a economia, como revisão das despesas compulsórias do orçamento, redução das autarquias e dos Ministérios e redução de bônus salariais.

Este ALMOÇO-DEBATE foi realizado com o copatrocínio de AMIL, GOCIL, KIA e MAPFRE. São fornecedores oficiais a CDN COMUNICAÇÃO, DE'LONGHI, ECCAPLAN, MISTRAL E VINCI e RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. A rádio JOVEM PAN, PR NEWSWIRE, REVISTA LIDE e TV LIDE são mídia partners.

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