Evolução de tecnologias é tema de SEMINÁRIO LIDE SAÚDE

Jul 24, 2014, 15:05 ET from SEMINÁRIO LIDE SAÚDE

 

 

SÃO PAULO, 24 de julho de 2014 /PRNewswire/ -- Durante o Seminário LIDE SAÚDE, promovido em 23 de julho pelo LIDE, presidido por João Doria Jr., e LIDE Saúde, liderado por Claudio Lottenberg, o professor da Faculdade de Medicina da USP e ex-secretário da Saúde de São Paulo, Giovanni Cerri, apontou que o grande conflito da saúde é o custo. "Quando a tecnologia se comprova eficaz, deve-se fazer um esforço para que fique disponível para toda a população", afirmou. "Precisamos encurtar o prazo de certificação da qualidade de novas tecnologias, processo que diminui os custos e agiliza sua implementação no sistema de saúde", resumiu Cerri.

O médico destacou a prevenção como a melhor saída para evitar doenças. "Quando a sociedade decide, ela consegue mudar hábitos. Por exemplo, a mobilização do governo uniu-se à força da população, que passou a rejeitar o fumo", explicou Giovanni Cerri. "O desafio agora é para que as pessoas fiquem menos doentes e, quando ficarem, que sejam diagnosticadas com antecedência", afirmou o palestrante.

"Precisamos diagnosticar tumores cada vez mais cedo e tratá-los no nível celular, antes que se forme o nódulo; combinar tecnologias preventivas nuclear com radiografias; assumir condutas mais rápidas e menos invasivas", enumerou. Para ele, o futuro da medicina está em equipes hospitalares integradas, com enfermeiros, nutricionistas, clínicos e até mesmo suporte de engenharia e informática em uma convergência tecnológica – todos conectados eletronicamente e trabalhando em favor do paciente.

 

Judicialização da saúde é grande problema no País

 

Um dos pontos debatidos foi a judicialização da saúde. Segundo Cerri, "a judicialização é um câncer na saúde brasileira. Fazer mecanismos para tentar furar as filas de espera ou trazer tecnologias ou remédios que ainda não são aprovados pela ANVISA é um risco para a saúde pública". Apenas em São Paulo, gasta-se cerca de 500 milhões de reais nestas ações.

 

 

"É um desperdício de dinheiro. Por volta de 70% dessas ações são movidas por pessoas que têm condições de pagar o tratamento", afirmou o palestrante. E reforçou a importância das universidades como um caminho para a solução do problema. Na capital paulista, apenas 1% dos magistrados recorrem aos universitários para tomar decisões.

 

 

O Seminário LIDE Saúde contou com o patrocínio da Amil, EMS, Hospital Albert Einstein e Siemens. Com apoio do Grupo Sigla, Intersystem e RV Ímola. CDN, Gocil e Truckvan são fornecedores oficiais. As rádios Band News e Bandeirantes, as revistas LIDE e LIDE Saúde e Bem-Estar e PR Newswire são mídia partners.

 

 

 

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FONTE SEMINÁRIO LIDE SAÚDE

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