Familiares das vítimas de assassino em série clamam a Dilma pela sanção da lei que cria o banco de dados de DNA de criminosos Legislação foi elaborada para proteger mulheres de crimes violentos

BELO HORIZONTE, Brasil, 24 de maio de 2012 /PRNewswire/ -- A mãe de Leandro e Fabiano Aguilar, Maria Helena Lopes Aguilar, foi uma das cinco vítimas, que se tem notícia, do assassino em série Marcos Antunes Trigueiro (Maníaco de Contagem), em um caso trágico que aterrorizou a região metropolitana de Belo Horizonte em 2009. Para honrarem a memória de seus entes queridos, a família Aguilar e familiares de outras vítimas se organizaram no ano passado para apoiar a criação da lei que determina que condenados por crimes hediondos sejam inclusos em um banco de dados de DNA com abrangência nacional. A lei foi proposta pelo Senador Ciro Nogueira em 2011 e já foi aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados, aguardando apenas pela sanção da Presidenta Dilma Rousseff.    

Hoje, as famílias das vítimas do Maníaco de Contagem, em memória às milhares de mulheres estupradas e assassinadas a cada ano no Brasil, suplicam à Presidenta Dilma que assine esta lei histórica.  "Ao assinar o projeto de lei para a criação desse banco de dados nacional de DNA, a Presidenta permitirá que o nosso País passe a usar uma ferramenta mais eficaz para a resolução e prevenção de crimes violentos contra as mulheres", declara Leandro Aguilar.  

"A maioria dos assassinatos do Maníaco de Contagem poderia ter sido evitada se a lei existisse antes de 2009. Imploramos à Presidenta Dilma para que reconheça o poder que essa lei tem de prevenir e resolver crimes violentos contra as mulheres. Devemos essa proteção a nossas mães, filhas, irmãs e esposas, cujas vidas são tão importantes quanto as que perdemos aqui em Minas Gerais", completa Aguilar.

Jayann Sepich, fundadora da ONG americana DNASaves (DNA Salva) e mãe da vítima de estupro e assassinato Katie Sepich, veio ao Brasil em agosto passado para falar sobre essa legislação que já foi aprovada por mais de 56 países, incluindo dois sulamericanos: Chile e Uruguai. "Com um programa de banco de dados de DNA, o Brasil se unirá a muitos outros países que reconhecem que o banco pode resolver crimes de forma mais rápida, além de preveni-los, salvando a vida de muitas mulheres", afirma Jayann.    

Outra defensora da promulgação dessa lei é Ilana Casoy, famosa criminologista e escritora sobre assassinatos em série. "A lei para a criação do banco de dados de DNA protegerá mulheres em todo o País e mostrará ao mundo que o Brasil está comprometido em acabar com a violência. Ao sancionar essa lei, a Presidenta Dilma demonstrará na prática seu compromisso em utilizar novas tecnologias para a redução de crimes no Brasil, que foi um dos temas de seu discurso de posse em primeiro de janeiro de 2011", explica Ilana.  

FONTE  DNASaves

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