Fazendo a Diferença nos Resultados de Saúde Materna e Neonatal

ROMA, 11 de outubro de  2012 /PRNewswire/ -- O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 5 "Melhorar a saúde materna", estabelecido pelas Nações Unidas, fez algum progresso, embora devagar. Em 2010, o secretário-geral das Nações Unidas lançou a 'Estratégia Global para a Saúde das Mulheres e Crianças', para mobilizar esforços por parte do governo e da sociedade civil, para acelerar o progresso rumo a ele.

"Antes do aval do Sr. Ban Ki-moon, FIGO, a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, estabeleceu, diante deste cenário, a Iniciativa de Salvamento Materno e Neonatal. Financiada pela FIGO e pela Agência Sueca de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional, ela resultou em desafios e oportunidades para 10 países de parcos recursos em sua busca por fazer uma diferença tangível na redução da morbidade e mortalidade maternas e neonatal", disse o Dr André Lalonde, presidente do Comitê para Maternidade Segura e Saúde Neonatal da  FIGO, presente ao Congresso FIGO2012, em Roma, Itália.

A FIGO trabalhou com as associações de obstetras, ginecologistas e parteiras do Haiti, Quênia, Kosovo, Moldávia, Nigéria, Paquistão, Peru, Uganda, Ucrânia e Uruguai e com contribuições de associações profissionais de países de altos recursos. Os resultados alcançados – um dos mais notáveis, a oferta de treinamento clínico para mais de 2.000 profissionais de saúde, incluindo assistentes de parto, parteiras e médicos – levou a melhorias nos resultados de saúde materna e neonatal.

Além disso, o projeto Haiti respondeu ao desastre humanitário que se seguiu ao terremoto de 2010 tornando  o centro de  maternidade de Port-au-Prince em um dos poucos capazes de oferecer cuidados obstetrícios essenciais; e o projeto Uruguai – sobre como tratar o aborto inseguro num país com leis restritivas – fixou um modelo para muitos países.

A oferta de serviços seguros de aborto dentro dos parâmetros legais para evitar a mortalidade materna e problemas associados com hemorragia, infecção pélvica e baixa fertilidade movimenta outro projeto da FIGO: o 'Inciativa de Prevenção do Aborto Inseguro.

O projeto envolve 44 países de todo o mundo e é baseado em planos de ação nacionais adotados como um compromisso do governo e da sociedade civil, incluindo todos ou alguns dos quatro níveis: reduzir gravidezes inesperadas e abortos; tornar o aborto inevitável mais seguro; tratamento correto e pontual das complicações do aborto; reduzir sua repetição.

"A maioria dos países participantes alcançou grande progresso, mas sobretudo entendeu e adotou o conceito de que o aborto é um problema que não pode ser ignorado por seu significado em termos de saúde pública e seu significado para a vida das mulheres e, consequentemente, medidas precisam ser tomadas para reduzir seu número e consequências", Professor Anibal Faúndes, diretor do Grupo de Trabalho para Prevenção do Aborto Inseguro da FIGO, disse.

FONTE  FIGO2012

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