Nova descoberta de Victor Petrik: experimentos com grafenos podem salvar milhões de vidas humanas

18 Jan, 2016, 05:00 ET from Kirsan - Petrik Laboratory of the Future transnational corporation

MOSCOU, 18 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- Pesquisas sobre as propriedades do grafeno, para seu uso como enterosorvente, foram realizadas na Academia Militar de Medicina S.M. Kirov, na Rússia. As pesquisas foram realizadas sob a liderança da transcorporação Kirsan - Petrik Laboratory of the Future.

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160115/322677)

As pesquisas foram realizadas em animais em condições de doença renal aguda e em rápido desenvolvimento, causada pela remoção cirúrgica dos dois rins dos animais.

Todas as intervenções cirúrgicas foram executadas em ratos, com o uso de anestesia com éter, levando-se em conta os padrões usados, de acordo com a convenção europeia para a proteção dos animais vertebrados, para propósitos experimentais e outros propósitos científicos [Strasbourg, 18.03.1986].

Foi comprovado que, na formação da intoxicação urêmica em desenvolvimento, a administração oral de uma substância de grafeno irá dobrar a taxa de sobrevivência de ratos, em comparação ao grupo de referência de animais nos quais a substância não foi administrada.

Os resultados da pesquisa indicam que os grafenos podem se tornar uma base para a criação de um corretor acessível de intoxicações urêmicas, que aparecem em caso de doença renal, diabetes e outras doenças.

V. Petrik descobriu o efeito do estado estável do grafeno fora da estrutura cristalina do grafite, já em 1996. A descoberta foi registrada pela Associação Internacional de Autores de Descobertas Científicas em 2001, Diploma No.163.

Em 1998, V. Petrik, pela primeira vez no mundo, estabeleceu uma produção industrial de grafenos com o método de destruição fria do grafite. As patentes foram registradas em 43 países, entre os quais os EUA, como US No.7,842,271 B2 datada de 2004.

Inicialmente, os grafenos produzidos por V. Petrik foram observados através do método de espectroscopia eletrônica no Instituto de Criminologia do Serviço Federal de Segurança da Rússia e no Instituto de Espectroscopia da Academia Russa de Ciências, em 1997, e mais tarde, na Universidade da Califórnia de Davis e na Universidade da Califórnia de Irvine. http://www.vpetrik.com/userfiles/docs/statya_engrus.pdf

V. Petrik pesquisou os grafenos pela primeira vez para seu uso em medicina, em 1997. Em 1999, resultados únicos de grafenos na purificação do plasma sanguíneo foram obtidos no Centro de Cardiologia Russo.

Em 2000, pesquisa sobre a ação cicatrizante dos grafenos, em caso de queimaduras e feridas sépticas, foi realizada no Instituto de Medicina Experimental, uma iniciativa unitária do estado federal, e no Instituto de Pesquisa de Medicina de Emergência Dzanelidze.

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Corporação transnacional Kirsan - Petrik Laboratory of the Future.

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FONTE Kirsan - Petrik Laboratory of the Future transnational corporation

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