2014

PAC-PME: Ainda falta sensibilizar o Governo

SÃO PAULO, 25 de fevereiro de 2013 /PRNewswire/ -- Muito oportuna e analítica a matéria do jornalista José Fucs na Revista ÉPOCA de 25/2: "A festa acabou. A economia empacou. O investidor fugiu. E agora? O Brasil não brilha mais no céu das finanças globais. Por que nossa imagem no exterior se deteriorou tanto - e como isso afeta nossa economia e nosso futuro." Um extrato do artigo impresso foi disponibilizado no site da Editora Globo e pode ser lido na seção "Notícias" do Portal PAC-PME (www.pacpme.com.br).

Em uma das passagens, a reportagem da ÉPOCA ressalta: "A ideia do Brasil decolando passou", disse o megainvestidor Mark Mobius, presidente da Templeton Emerging Markets, empresa que administra um patrimônio de US$54 bilhões em mercados emergentes, US$4,3 bilhões no Brasil. "A percepção do Brasil pelos investidores estrangeiros está no pior momento desde 2002", afirma o cientista político Christopher Garman, diretor da área de estratégia para mercados emergentes do Eurasia Group, uma consultoria americana especializada na análise de riscos políticos.

Enquanto isso, segue crescente a mobilização em torno das propostas do PAC-PME. Atualmente são 56 integrantes, dentre os quais 14 intermediários financeiros, 14 consultores legais, 8 auditorias, e 20 entidades e associações incluindo o MBC - Movimento Brasil Competitivo (que reúne as principais lideranças empresariais do país) e a BRAiN (que reúne as instituições Anbima e Febraban, dentre outras, e que visa catalisar a consolidação do Brasil como um polo internacional de investimentos e negócios), a FIESP, a FecomercioSP, a ACSP - Associação Comercial de São Paulo, o IBEF-SP, o Movimento Brasil Eficiente - MBE, a ANCORD e a ANEFAC. Para conhecer todos os integrantes da equipe que desenvolveu e está apoiando o PAC-PME (em caráter pro bono), basta acessar a sessão "Grupo de trabalho e apoio" do Portal www.pacpme.com.br.

Novidades no Portal: ultrapassada a marca de 200 relatórios de pesquisa de bancos de investimento e corretoras, e inaugurada seção de crowdfunding.

Apesar de termos recentemente iniciado um diálogo positivo com as centrais sindicais, falta ainda sensibilizar o integrante mais importante e essencial para a viabilização do PAC-PME: o Governo Federal (Presidente Dilma Rousseff).

E o PAC-PME, se implantado, seria bom para quem?

Bom para o GOVERNO e para o BRASIL (PAC-PME seria o 4º maior PAC em volume de recursos, atrás somente dos PACs de energia 1º, habitação 2º e transporte 3º):

  •          Sem qualquer impacto de arrecadação (custo "zero" ao Governo);
  •         +US$84 bilhões de investimento privado produtivo (setor real da economia);
  •          Ganho líquido de IR de +R$2,5 bilhões;
  •          +R$6,8 bilhões de INSS/FGTS;
  •          Ganhos adicionais com tributos estaduais e municipais ainda não quantificados no PAC-PME;
  •         Crescimento sustentado do PIB (com aumento da pauta de exportação por PMEs).

Bom para as EMPRESAS - todos setores (produtividade e sustentabilidade de PMEs brasileiras):

  •          Melhoria de competitividade e inovação;
  •          Acesso a capital de crescimento (menor custo);
  •          Mais governança corporativa;
  •          Maior formalidade;
  •          PMEs respondem por mais de 60% do emprego no Brasil, porém ainda menos de 2% da pauta de exportação;
  •          Crescimento sustentado do PIB (com ênfase ao empreendedorismo).

Bom para todos os TRABALHADORES (oportunidade de criação de riqueza):

  •          Mais de 1,1 milhão de empregos formais (modelo BNDES conservador);
  •          Programa de opção de ações aos trabalhadores;
  •          Crescimento do poder aquisitivo;
  •          +Educação e descentralização;
  •          Favorece o empreendedorismo e a inovação;
  •          Crescimento sustentado do PIB (com aumento da poupança interna).

Para saber mais sobre o PAC-PME e como criar um ciclo virtuoso de competitividade, formalidade, governança e acesso a capital de crescimento por toda a economia brasileira, acesse www.pacpme.com.br.

Se você gostou da simplicidade das propostas e dos resultados que podem ser auferidos pelo Governo/Brasil, empresas e trabalhadores, participe e apoie você também: basta escrever para info@pacpme.com.br aderindo à iniciativa do PAC-PME (não há custo para participar dessa mobilização).

E ainda falta o principal .... sensibilizar o Governo!!!!!

Esse texto encontra-se publicado no Blog do Rodolfo Zabisky, CEO do Grupo @titude e coordenador do Portal do PAC-PME (http://www.pacpme.com.br/pacpme/web/conteudo_pti.asp?idioma=0&tipo=44348&conta=45).

Sobre o PAC-PME (www.pacpme.com.br): O Programa de Aceleração do Crescimento para Pequenas e Médias Empresas ("PAC-PME") é um Portal completo de soluções empresariais, a qual disponibiliza seis diferentes recursos de maneira simples e descomplicada: educacional, capital de crescimento, presença digital, competitividade, show room de PMEs, e investidores. Com esse Portal, pequenas e médias empresas passam a ter mais um canal de promoção de desenvolvimento e emancipação empreendedora. As PMEs encontram treinamento continuado, acesso a inovações, técnicas de marketing e presença digital, economia por meio de compras coletivas, ideias de novos produtos e serviços, e opções para obtenção de capital para crescimento, assim como exposição frente a potenciais investidores (e eventualmente registro de companhia aberta na CVM e listagem no Bovespa Mais). Estão à frente da iniciativa do PAC-PME instituições como o MBC - Movimento Brasil Competitivo (que reúne as principais lideranças empresariais do país), a BRAiN (que reúne as instituições Anbima e Febraban, dentre outras, e que visa catalisar a consolidação do Brasil como um polo internacional de investimentos e negócios), a FecomercioSP, a FIESP, a ACSP - Associação Comercial de São Paulo, o IBEF-SP, o Movimento Brasil Eficiente - MBE, a ANCORD e a ANEFAC.

Grupo de trabalho/apoio do PAC-PME (56 integrantes): Intermediários Financeiros (14): Banco Barclays, Banco Bradesco BBI, Banco BTG Pactual, Banco Credit Suisse, Banco do Brasil, Banco Fator, Banco Itaú BBA, Banco Modal, Banco Morgan Stanley, Banco Safra, Banco Santander, Banco Votorantim, Bank of America Merrill Lynch, e Citi. Consultores Legais (14): Azevedo Sette Advogados, Barbosa, Müssnich & Aragão, Demarest e Almeida, Lefosse Advogados, Machado Meyer, Marcos Martins Advogados, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Quiroga, Mayer Brown, Motta, Fernandes Rocha, Pinheiro Neto Advogados, Souza, Cescon, Barrieu & Flesch, Stocche Forbes, TozziniFreire Advogados, e Wongtschowski & Zanotta. Auditores (8): BDO, Deloitte Touche Tohmatsu, Ernst & Young Terco, Grant Thornton, KPMG, Mazars, Parker Randall Brasil, e PricewaterhouseCoopers. Entidades e Associações (20): ACG Brasil, ACSP - Associação Comercial de São Paulo, ANCORD, ANEFAC, @titude, BRAiN, Direct Edge, Empiricus Research, Endurance Capital Partners, FecomercioSP, FIESP, IBEF-SP, Instituto Atlântico, Instituto da Economia Criativa, Jardim Botânico Investimentos, LEAD, Movimento Brasil Competitivo - MBC, Movimento Brasil Eficiente - MBE, MZ Consult, e Planner.

CONTATO:
Rodolfo Zabisky  
info@pacpme.com.br 
011 3529-3777

FONTE PAC-PME

SOURCE PAC-PME



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http://www.pacpme.com.br

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