Prisão em Miami de dirigente boliviano que estava à frente da luta anticorrupção dá razão ao ex-proprietário da Aerosur, diz advogado Michael Diaz, Jr.

MIAMI, 5 de setembro de 2013 /PRNewswire/ -- A prisão pelo FBI no sábado, 31 de agosto, de Mario Fabrizio Ormachea, o coronel que dirigia a Unidade Anticorrupção da Bolívia, por tentar extorquir dinheiro do ex-proprietário das Linhas Aéreas Aerosur, Humberto Roca, [processo designado no tribunal federal como "United States District Court, Southern District of Florida, Case 1:13-mj-03250-BLG"] contribui para justificar a atuação de Roca na sua batalha legal contínua contra o governo boliviano, diz seu advogado, Michael Diaz, Jr., da firma global de advocacia Diaz Reus, cuja sede é em Miami.

De acordo com uma declaração juramentada do FBI juntada à queixa criminal em trâmite no Tribunal Federal de 1a. Instância, acusando Ormachea de extorsão, este ofereceu remover as acusações pendentes na Bolívia contra Roca, desde que este concordasse em pagar $30.000, e transferir essas acusações a outros. No dia seguinte, depois que Ormachea recebeu um pagamento inicial de Roca de $5.000 em notas previamente marcadas, ele foi preso próximo à residência de Roca em Miami Lakes por equipes de vigilância do FBI.

Diaz informa que Ormachea havia caracterizado o processo contra Roca por "enriquecimento ilícito" como um esquema politicamente motivado e tramado pelo presidente boliviano Evo Morales e o vice-presidente Alvaro Garcia Linera, sem que houvesse qualquer evidência de violação da lei.

"O FBI entrou imediatamente em ação e prendeu Ormachea depois que este recebeu de Roca os fundos da extorsão", disse Diaz. "Esta é mais uma prova da inocência de Roca. Seus negócios lhe foram tomados por razões políticas, forçando Roca e sua família a fugirem de sua pátria. Continuaremos a lutar para limpar o seu nome e indenizá-lo pelos prejuízos sofridos com a desapropriação ilegal dos bens de Roca empreendida pelo governo boliviano." 

Roca foi destituído completamente de sua cidadania boliviana depois que criticou o governo por sua cultura de corrupção, falta de regras claras do direito aplicado igualmente a todos os cidadãos, e interferência nos negócios particulares das empresas, diz Diaz. Posteriormente, o governo abriu um processo criminal contra Roca e tentou desapropriar seus bens, inclusive sua participação acionária controladora de 51% das Linhas Aéreas Aerosur.

Em dezembro de 2011, Roca deu entrada em processo no Tribunal Federal do Distrito Sul da Flórida, Divisão de Miami [11-cv-24356] contra o Governo da Bolívia, o vice-presidente Alvaro Garcia Linera e outras partes. 

Sobre a firma Diaz Reus
Diaz Reus tem escritórios em Miami, Flórida; cidade de Nova York, estado de Nova York; Caracas, Venezuela; Xangai, China; Dubai, E.A.U.; Iraque; Frankfurt, Alemanha; Bogotá, Colômbia; Panamá, República do Panamá; Cidade do México, México; Buenos Aires, Argentina; Santiago, Chile; e um escritório afiliado em São Paulo, Brasil. Para ter mais informações, acesse www.diazreus.com

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FONTE  Diaz Reus

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