Brasil é a Economia Menos Globalizada da América Latina, Segundo os Resultados do 8o. Índice Anual de Globalização Latina do Latin Business Chronicle Venezuela e Colômbia estão também entre os últimos da lista; Panamá, Nicarágua, Honduras e Chile são os países mais conectados aos fluxos de comércio global

MIAMI, 20 de Novembro de 2012 /PRNewswire/ -- Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil continua a ser o país menos globalizado da América Latina, conforme mostra o oitavo Índice de Globalização Latina, publicado anualmente pelo Latin Business Chronicle.

O índice de 18 países examina seis fatores que medem a interligação de um país com o mundo externo:

  • Exportações de bens e serviços como porcentagem do PIB.
  • Importações de bens e serviços como porcentagem do PIB.
  • Investimento estrangeiro direto como porcentagem do PIB.
  • Receita de turismo como porcentagem do PIB.
  • Remessas como porcentagem do PIB.
  • Penetração da Internet.

O índice usa os dados do ano completo mais recente que, neste caso, é 2011.

OS NÍVEIS MAIS BAIXOS DE COMÉRCIO EXTERIOR

O Índice de Globalização Latina de 2012 oferece uma visão atualizada da dependência latina da economia internacional. Apesar do seu tamanho, o Brasil, que é a sexta maior economia do mundo, tem o mais baixo nível de comércio exterior (como porcentagem do PIB) da região.

Suas exportações de bens e serviços em 2011 foram o equivalente a 11,9% do seu PIB. Ao mesmo tempo, as importações foram responsáveis por apenas 12,6%. Ambas estas cifras aumentaram de 2010 para cá. Esta desconexão com o fluxo de comércio mundial mostra que o crescimento brasileiro foi alimentado pelo consumo e investimento internos. Também mostra os ganhos que o aumento do comércio exterior poderia trazer a esse país sul-americano se ele aumentasse sua atividade comercial internacional.

No total, a pontuação de globalização do Brasil foi de 7,25 pontos, o que reflete as ainda elevadas restrições protecionistas que são amplamente criticadas pelos investidores estrangeiros. "A insuficiente infraestrutura do Brasil e o seu complexo sistema tributário são duas das principais razões de sua economia fechada", disse Walter Molano, chefe de Pesquisa Econômica da BCP Securities.

No mesmo grupo de economias relativamente fechadas estão a Venezuela, com 7,82 pontos, e Colômbia, com 8,17 pontos.

A Colômbia, como o Brasil, baseou seu crescimento em 2011 no consumo e investimento internos. O país registrou baixas taxas de importação e exportação com relação ao PIB, as quais foram compensadas até certo ponto por uma proporção mais alta de IED. Esses investimentos estrangeiros foram de 4,04% do PIB e se concentraram nas áreas de mineração e petróleo e gás. O turismo também se manteve reduzido no país – 0,67% do PIB, o terceiro mais baixo da região.

CAMPEÕES DA GLOBALIZAÇÃO

Vista como um todo, a América Latina se tornou mais globalizada em 2011. Dois países que mais melhoraram sua pontuação foram a Nicarágua e o Chile.

A Nicarágua está em segundo lugar, depois do Panamá, como o país mais globalizado da América Latina. Em 2011, o país manteve um alto volume de exportações e importações como porcentagem do PIB – 45,9 e 78,1%, respectivamente. Também relatou a mais alta taxa de IED por PIB da região – 13,3% do PIB.

O Chile galgou duas posições para se tornar o número quatro desse ranking, graças à sua robusta posição de comércio internacional em exportações e importações em relação ao tamanho da economia, mas também graças a um importante aumento do IED e penetração da Internet.

MÉXICO

O México, segunda maior economia da região, está em 12o. lugar no Índice de Globalização Latina do LBC. Em 2011, o país aumentou 0,74 pontos para atingir uma pontuação final de 10,40, logo acima do Peru e Argentina que, respectivamente, tiveram 9,51 e 9,21. O México ocupa essa posição intermediária em função, principalmente, dos baixos níveis de IED, remessas e penetração da Internet, comparados aos de seus pares, quando o tamanho da economia é levado em consideração.

Latin Business Chronicle é um serviço online de notícias e informações, fonte única de inteligência de mercado sobre empresas e tecnologia na América Latina.  Latin Business Chronicle, uma divisão do Latin Trade Group, oferece inteligência essencial de mercado que vai mais além das manchetes diárias para fazer amplo uso de rankings, índices e dados estatísticos.

O Latin Trade Group é um líder no fornecimento de serviços empresariais e de informações a companhias que operam na América Latina.  O grupo publica conteúdo já premiado em espanhol e inglês para distribuição em toda a América Latina, Caribe e Estados Unidos através de meios impressos, mídia online e eventos.  O grupo Latin Trade publica a revista Latin Trade e o Latin Business Chronicle, além de organizar o evento Latin Trade Symposium and BRAVO Business Awards, a Série LT CFO para executivos financeiros de companhias multinacionais, e o programa Trade Americas.

/Contato: Santiago Gutierrez, Editor Executivo de Latin Trade, 305-755-4713 ou sgutierrez@latintrade.com/

FONTE  Latin Trade Group

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